Assim começa “Segredos na Floresta” cujas frases iniciais bastam para que o o leitor não consiga deixar de seguir a pequena protagonista, que responde ao chamamento de Coelho Felpudo para brincar com ele na floresta.
Na floresta, que dissimula os seus segredos, ela lembra-se dos seus sonhos… Mas será que já não está no coração do próprio sonho? Que motivo há então para que não se divirta a confundir sonho e realidade? Que motivo há para que o leitor não faça o mesmo?
As ilustrações de linhas elegantes, a cinza e branco, completam harmoniosamente este texto doce e poético, assente em frases minimalistas que dizem apenas o essencial.
Uma verdadeira ode ao imaginário da infância e à poesia Uma pura maravilha.